Revista Multimídia Ambiental

Pensando em um mundo melhor.

Eduardo Galeano homenageia militantes da água

Ao receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Nacional de Cuyo, na Argentina, o escritor uruguaio dedicou o mesmo aos militantes da água “que em Mendoza e muitas outras comunidades do mundo lutam contra as mineradoras que a contaminam, as empresas florestais que a secam e contra todos os que traem a natureza, convertendo a água em um negócio e não um direito de todos”.

O escritor Eduardo Galeano recebeu terça-feira (22) o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Nacional de Cuyo, na Argentina, e dedicou o mesmo aos militantes da água “que em Mendoza e muitas outras comunidades do mundo lutam contra as mineradoras que a contaminam, as empresas florestais que a secam e contra todos os que traem a natureza, convertendo a água em um negócio e não um direito de todos”. “A água é e quer seguir sendo um direito de todos”, disse Galeano.

O ato ocorreu no Salão de Grau da Universidade, cuja transmissão teve que ser exibida em outras duas salas pela grande quantidade de assistentes, a grande maioria deles estudantes, que não economizaram aplausos para celebrar a presença e as palavras do novo doutor.

Em sua exposição, Galeano fez uma referência aos bicentenários que diferentes países da América Latina celebram nestes anos. “A independência segue sendo uma tarefa inconclusa e é necessário memória para completá-la”. Falando sobre a memória, Galeano exaltou o “primeiro país independente e livre da América, o Haiti”. Ainda que os Estados Unidos tenham proclamado sua independência em 1776, “os 645 mil escravos seguiram sendo escravos”. Em troca, em 1804, no Haiti foi proclamada a independência e se libertaram os escravos. Esse fato “resultou imperdoável” para os antigos dominadores que “exigiram ao Haiti o pagamento, durante um século e meio, da dívida francesa e o condenaram, até hoje, à solidão, o desprezo e a miséria”.

Citou o Paraguai como outro exemplo. “Esse país desobediente e sem dívida foi destruído em nome da liberdade de comércio”, em cujo “prontuário” figura “a imposição do ópio na China e a destruição de ateliers na Índia por parte da rainha Vitória, da Inglaterra”. No marco do rio da Prata, evocou as figuras de Mariano Moreno e Juan José Castelli, membros da Primeira Junta, qualificados como “muito perversos” por aqueles que “sequestraram a Revolução” e defenestrados do processo.

Galeano também fez uma menção especial ao educador venezuelano Simón Rodríguez “El Loco”, a quem definiu como “o mais audaz e adorável dos pensadores latino-americanos”, apesar de ser “um perdedor” devido às perseguições que sofreu, mas não por isso menos importante, porque “na memória dos perdedores, ali está a verdade”. Ele lembrou algumas das iniciativas “proibidíssimas” do professor de Simón Bolívar – no contexto da década de 1820 – como seu princípio de que “sem educação popular não haverá verdadeira sociedade”, ou sua audácia de “mesclar rapazes e moças na escola e o ensino de artes manuais com as tarefas intelectuais”.

Recordou a famosa frase de Rodríguez: “Imitadores! Copiem dos Estados Unidos e da Europa sua originalidade” – e se perguntou: “Por acaso não está vivo esse “Loco” nas ânsias e ações de independência de nossos povos”.

O escritor finalizou sua exposição com a evocação do uruguaio José Artigas, “a voz mais profunda destas terras” e “primeiro a realizar uma reforma agrária na América”. Recordou com ironia que os chefes da última ditadura militar do Uruguai, ao erigir um mausoléu em honra a Artigas, buscaram em vão alguma citação dele para colocar no monumento. “Não conseguiram, porque todas as suas frases eram subversivas, Então só registraram datas de batalhas. “Artigas também é um perdedor profundamente ativo”, finalizou.

Fonte:

http://www.uncu.edu.ar/novedad/item/eduardo-galeano-palabra-y-memoria-de-america-latina

Tradução:

Marco Aurélio Weissheimer

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São Paulo também está na Hora do Planeta

A cidade de São Paulo confirmou nesta segunda-feira sua adesão à Hora do Planeta 2011. Participante do movimento global desde a sua primeira realização no Brasil, em 2009, a cidade apagará luzes de monumentos e ícones  no próximo dia 26, de 20h30 às 21h30 (hora local) para mostrar sua preocupação com o meio ambiente e a saúde do planeta. “Cada ano vamos agregando novos monumentos paulistanos, e assim aumentando a participação da cidade de São Paulo na Hora do Planeta”, afirmou o prefeito Gilberto Kassab, ao confirmar a adesão da cidade. Este ano serão apagados em São Paulo: a Ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), o Obelisco do Ibirapuera, o Monumento às Bandeiras, o Teatro Municipal, o Mercado Municipal e o Estádio do Pacaembu. A Biblioteca Municipal Mário de Andrade, re-inaugurada no último mês de janeiro, também terá suas luzes apagadas. Durante a audiência de adesão, o prefeito lembrou o recente falecimento do jornalista Sidnei Basile, conselheiro do WWF-Brasil e vice-presidente de relações institucionais do Grupo Abril. “Ele foi um baluarte da participação da cidade de São Paulo na Hora do Planeta, desde a primeira edição em 2009. Foi ele a primeira pessoa que me falou sobre esse ato simbólico contra o aquecimento global”, disse o prefeito, antes de assinar o termo de adesão. Presente na solenidade, o presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza, afirmou que a participação da cidade de São Paulo é fundamental para a disseminação da Hora do Planeta no Brasil, e consequentemente a conscientização da população brasileira para a ameaça das mudanças climáticas. “A meta da Rede WWF era conquista a adesão das 25 megacidades do mundo, o WWF-Brasil contribuiu para ultrapassar essa meta com a inclusão de São Paulo ao movimento”, disse Souza. “As luzes apagadas dos monumentos da maior cidade do país são uma forma muito especial de chamar a atenção de cerca de 11 milhões de pessoas para a importância de se agir pela conservação do planeta”, afirmou Regina Cavini, superintendente de Desenvolvimento Organizacional do WWF-Brasil e diretora geral da Hora do Planeta. Neste ano de 2011, o WWF-Brasil tem incentivado as cidades participantes do movimento que, além do apagar das luzes, se comprometam com a conservação da natureza e desenvolvam projetos que visem sua sustentabilidade ambiental.  Ações de promoção do uso de meios de transporte menos poluentes e da coleta de lixo seletiva, são alguns exemplos do que pode ser feito. A população de São Paulo, que tem sofrido constantemente com as consequências das fortes chuvas a cada ano – que geram diversos pontos de alagamento, complicando ainda mais o intenso trânsito da cidade e causando inclusive mortes – será a principal beneficiada. Além disso, em 2011, o apagar das luzes no dia 26 de março na capital do Estado de São Paulo terá também um motivo de celebração: no fim do ano de 2010, foi criado o Parque Estadual Restinga de Bertioga, uma unidade de conservação que protege 9,3 mil hectares de Mata Atlântica. Esta área protegida ajudará a manter a biodiversidade e serviços ambientais úteis a toda a sociedade, e será um espaço dedicado ao ecoturismo, lazer e educação ambiental para os brasileiros. Hora do Planeta no Brasil Até o momento, 35 cidades, incluindo 8 capitais, formalizaram a adesão à Hora do Planeta 2011. A maior parte delas também participa pela terceira vez. Outras 17 prefeituras encontram-se já na fase final de entrega do documento, que traz a indicação de quais monumentos serão apagados.  As outras sete capitais que aderiram são Aracaju (SE), Goiânia (GO), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Rio Branco (AC) e Campo Grande (MS). A Frente Nacional de Prefeitos (FNP), representando 400 municípios, é parceira da Hora do Planeta no Brasil neste ano. Hora do Planeta no mundo A cinco dias da Hora do Planeta, o movimento global já bateu o recorde de participações do ano passado. Em 2011, 131 países e territórios ao redor do mundo irão apagar as luzes de seus monumentos ícones e espaços públicos celebrando a ação pela conservação do planeta. Já são cerca de 3.800 cidades, em 131 países, sendo 26 megacidades, entre as quais, Délhi, Mumbai, Buenos Aires, Moscou, Teerã, Istambul, Londres e Rio de Janeiro. Os sete continentes e todos os países que compõem o G-20 também estão representados. Representantes de prefeituras podem aderir oficialmente o município enviando e-mail para: cidades@wwf.org.br. Participe: 26 de março de 2011, de 20h30 às 21h30, apague as luzes para ver um mundo melhor.

Fonte: http://www.horadoplaneta.org.br

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Pegada Hídrica incentiva o uso responsável da água

Com o objetivo de avançar nas estratégias de conservação da água doce, uma parceria entre WWF-Brasil, Water Footprint Network, The Nature Conservancy e USP São Carlos traz ao Brasil o criador do conceito de Pegada Hídrica, Prof. Arjen Hoekstra. Ele cumpre agenda de cursos e palestras para transmitir conhecimento técnico a instituições-chave que possam unir esforços com os parceiros para implementar a metodologia de gestão eficiente e sustentável da água no País.

A Pegada Hídrica ajuda as iniciativas públicas e privadas e a população a entender o quanto de água é necessário para a produção dos alimentos que consomem, da roupa que vestem e dos bens que adquirem. A atuação dos governos na regulação do conceito e das empresas no aprimoramento do processo produtivo pode gerar uma nova economia e um novo mercado de trabalho.

“Problemas de água estão, muitas vezes, intimamente ligados à estrutura da economia global. Muitos países têm exportado significativamente sua pegada hídrica, importando bens com uso intensivo de água em outros lugares. Isso coloca pressão sobre os recursos hídricos nas regiões de exportação, onde muitas vezes os mecanismos de boa governança para a conservação e a racionalização da água são escassos”, expõe o Hoekstra.

“Embora o Brasil seja o país com a maior reserva hídrica do planeta, em muitas regiões já existe conflito pelo uso da água, o que demanda uma boa governança. Além disso, o crescimento da economia brasileira deve aumentar significativamente o uso da água nas diversas atividades produtivas”, explica Samuel Barrêto, coordenador do Programa Água para a Vida do WWF-Brasil. Dessa forma, é preciso reduzir os riscos de escassez de água e até mesmo o risco de imagem negativa, que pode estar associado a uma empresa que não utiliza bem este recurso.

“A Pegada Hídrica está enraizada no reconhecimento de que os impactos humanos nos sistemas de água doce também estão ligados ao consumo”, explica o Prof. Mário Mendiondo, da Escola de Engenharia da USP de São Carlos. “Essa abordagem está baseada no tripé Sustentabilidade, Inovação e Empreendedorismo”, complementa. “Precisamos desconstruir a percepção de que a água vem apenas da torneira e que simplesmente consertar um pequeno vazamento é o bastante para assumir uma atitude sustentável”, ressalta Albano Araujo, coordenador da Estratégia de Água Doce do Programa de Conservação da Mata Atlântica e das Savanas Centrais do The Nature Conservancy.

No Manual Técnico de Pegada Hídrica (disponível para download emwww.waterfootprint.org), o Prof. Hoekstra estabelece o primeiro padrão global para indicadores do uso de água doce. Esta metodologia com credibilidade científica demonstra claramente como indivíduos, empresas e nações podem quantificar a sua contribuição para melhorar o uso da água e reduzir a degradação ambiental nas bacias hidrográficas em todo o mundo.

Retirado de

http://wwf.org.br/?27763/Pegada-Hdrica-incentiva-o-uso-responsvel-da-gua

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A energia do apocalipse

Investir em usinas nucleares sempre foi arriscado. O que acontece agora no Japão é só mais um exemplo do perigo que a insistência de governos pode causar à humanidade

(Usina Nuclear de Kashiwazaki Kariwa no Japão)

 

Pouco mais de 24 horas após o anúncio do vazamento radioativo na usina nuclear de Fukushima, o balanço dos fatos já assusta. Mais de 210 mil moradores da região onde fica a planta tiveram que ser evacuados e outros 160 estão sendo mantidos em quarentena pelas autoridades, que receiam o risco de contaminação por radiação. Ninguém escapa, crianças, adultos, idosos, animais, plantas. Tudo e todos que estavam ao redor da usina correm o risco de serem afetados pelo vazamento. Isso por que, segundo informações anunciadas pelo governo japonês, a usina não foi planejada para aguentar tremores superiores a 7,9 graus na escala Richter, bem abaixo da intensidade do terremoto que atingiu o Japão, que foi revista hoje para 9 graus.

As consequências podem ser devastadoras. “O impacto da liberação de radiação ao meio ambiente não impacta apenas a população diretamente afetada na área. A radioatividade perdura por várias gerações, tanto em organismos humanos, quanto em terras que deixam de produzir alimentos ou servir de moradia a populações, como foi o caso em Chernobyl”, disse o responsável pela campanha de energia do Greenpeace Brasil, Ricardo Baitelo.

Em reportagem publicada no jornal americano New York Times, especialistas já haviam alertado que a usina não estava funcionando adequadamente logo em seguida ao terremoto. A reportagem relata que quantidades de césio foram detectadas, uma indicação clara de que o combustível que alimenta a planta já estava danificado.

Apesar disso, as autoridades se mantiveram inertes por horas até ordenarem a evacuação da área. Horas essas valiosas para a vida de milhares de pessoas. Para Baitelo, a falta de informações claras das autoridades é um dos principais problemas num caso como esse. “As informações que chegam das autoridades são desencontradas. Percebe-se clara falta de transparência quando o governo japonês diz que a situação está sob controle, quando na verdade ainda há um risco ainda iminente de derretimento do núcleo de dois reatores e a probabilidade de mais vapores radiotivos serem liberados ao meio ambiente para o controle da temperatura dos reatores”.

No Brasil, apesar de termos “apenas” duas usinas – número irrisório se comparado ao Japão, que possui 55 plantas – o problema não é diferente. Transparência é palavra rara no vocabulário dos administradores do complexo nuclear brasileiro, que não assumem a responsabilidade, por exemplo, da contaminação provocada pela mina de urânio de Caetité. Por aqui a fiscalização e a regulação do setor nuclear cabem ao mesmo órgão, o Conselho Nacional de Energia Nuclear (CNEN), trazendo uma série de contradições entre o desenvolvimento dessas atividades e a garantia da segurança das operações. “A contradicao é que o mesmo setor que promove atividades nucleares e que quer se expandir é aquele que tem que fiscalizar e coibir atividades ilegais e infrações, o que obviamente acaba nunca acontecendo”, afirma Baitelo.

Ainda assim o governo brasileiro planeja construir oito novas usinas nos próximos 20 anos. E como se não bastasse, o ilustríssimo ministro de Minas e Energia Edson Lobão, junto com a Eletronuclear, tem ambições ainda maiores: a divulgação de um estudo com 40 locais que poderiam receber plantas nucleares. Para especialistas, está mais do que provado que o Brasil não precisa conviver com os riscos da energia nuclear.

Mais risco

As últimas informações divulgadas pelo governo japonês mostram que o receio de uma tragédia nuclear de proporções ainda maiores está longe de ser resolvido. Segundo a Folha de S. Paulo, outras duas usinas apresentaram problemas em seus sistemas de refrigeração, o que aumenta as chances de novos vazamentos radioativos ocorrerem. De acordo com anúncio da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), as plantas de Tokai e Onagawa estão recebendo atenção especial de técnicos que tentam esfriar com água do mar os reatores superaquecidos, o que é considerado por estudiosos um ato de desespero. “A situação se tornou tão crítica que não tem mais, ao que parece, a capacidade de fazer ingressar água doce para resfriar o reator e estabilizá-lo, e agora, como recurso último e extremo, recorrem à água do mar”, disse Robert Alvarez, especialista em desarmamento nuclear do Instituto de Estudos Políticos de Washington.

E se o recurso “último e extremo” não for suficiente para manter a situação sob controle? E se outro vazamento radioativo acontecer? O resultado já pode ser visto agora: populações inteiras sendo deslocadas, inocentes correndo o risco de contaminação. Investir em usinas nucleares sempre foi perigoso e o que acontece agora no Japão é só mais um exemplo do que a insistência dos governos pode causar à humanidade. “Infelizmente estamos vivendo mais uma prova real de que a energia nuclear é uma fonte extremamente perigosa, capaz de impactar a vida de milhares de pessoas”, disse Baitelo.

Retirado da íntegra:

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/A-energia-do-apocalipse1/

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Carbono & Metano: Aquecimento Global em Documentário

O documentário Carbono & Metano, voltado para o tema do aquecimento global, acaba de ser lançado pela PH Multivisão e Vídeo. Destinado preferencialmente a crianças e jovens de 10 a 15 anos de idade, aborda de forma lúdica e descontraída temas aparentemente de difícil compreensão como efeito estufa e mudanças climáticas. Incentivado pela Lei Rouanet e patrocinado pela Tetra Pak, o filme tem cerca de 50 minutos e é dividido em três episódios, facilitando a utilização didática.

Carbono & Metano é um “documentário de ficção” que se desenrola em duas camadas narrativas sobrepostas ao longo da história: a parte ficcional tem como fio condutor as moléculas protagonistas e o documentário é apresentado pela simpática repórter Joyce. “Sabemos, por experiência, que um enredo ficcional bem montado ajuda a captar a atenção de nosso público e a encantá-lo, o que favorece muito a transmissão de conteúdos científicos, mesmo quando complexos”, diz Philippe Henry, responsável pelo roteiro e direção.

O filme conta a história de Carbono e Metano, interpretadas por atores, e suas tentativas de “dominar o mundo” por meio do efeito estufa e do aquecimento global. Em estilo de gibi de super-heróis, o média-metragem trata de um dos maiores problemas da atualidade: a sustentabilidade, ou seja, o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, justiça social e respeito ao meio ambiente.

Cientistas, professores, ambientalistas, pedagogos e outros especialistas participam do filme, emitindo opiniões embasadas sobre os temas abordados. Entre eles estão Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgilio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável, e Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil.

Carbono e Metano foram humanizados e o resultado é que suas personalidades são espelhos de seus traços químicos. Carbono é mais encorpado (com maior peso atômico), enquanto Metano é mais franzino. Isolados, são afáveis e amigáveis – na origem, foram responsáveis pelo surgimento da vida. Reunidos em bandos, descontrolados, podem se tornar agressivos e antissociais, formando verdadeiras “gangues”. Representam, respectivamente, 80% e 15% das emissões de gases de efeito estufa.

O filme está disponível no Youtube, em cinco partes. A primeira parte pode ser vista abaixo, e as outras podem ser encontradas no linkhttp://www.youtube.com/user/PHMultivision.

Fonte: WWF

http://www.wwf.org.br

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